Contar

A Emma faz a entrevista. Pergunta onde você começou, o que fez em cada ano, com quem trabalhou, o que saiu na imprensa. Você responde como contaria para uma amiga, e ela organiza por ano e por função.
Não foi possível verificar o nome da proponente nos materiais enviados.
Foi assim que o Ministério da Cultura rejeitou, em 2026, o portfólio de uma produtora com 34 anos de cinema, sete longas e duas temporadas na TV. O trabalho existia. O que faltou foi o nome dela destacado em cada prova, como a Instrução Normativa 29/2026 exige. Você conta a sua carreira numa conversa e recebe currículo, minibio, carta de apresentação e portfólio desenhado em PDF, com o print de cada matéria junto.
O edital abre numa segunda e fecha em quinze dias. O projeto consome treze deles: o conceito, a planilha de orçamento que não fecha, a carta de anuência que o dono do teatro ainda não assinou. O portfólio fica para a madrugada do último dia.
E aí começa a caça. A matéria de 2017 estava num site que mudou de endereço. A foto da estreia está no celular de alguém do elenco. O certificado do festival ficou num e-mail que ninguém acha. O currículo é um Word de 2019 com a fonte trocada no meio. Tudo vai para um modelo de Canva, exporta, sobe no sistema às 23h48.
Meses depois sai o resultado. O projeto vai bem no mérito e perde ponto justamente na trajetória, a única parte que dependia só de provar o que já foi feito. Num edital concorrido, um ponto separa o último aprovado do primeiro suplente.
Isso acontece porque quem se inscreve trata o portfólio como anexo, e a comissão trata como critério. O parecerista não conhece a sua carreira. Ele conhece o documento. Para a comissão, trabalho sem prova no PDF é trabalho que não aconteceu.
Dá para chamar isso de trajetória invisível: anos de palco, de set, de estrada, que existem na sua vida e não existem no arquivo que você mandou.
Quem já passou pela madrugada do portfólio conhece as opções. Cada uma resolve um pedaço, e todas deixam o pedaço mais importante com você: lembrar, juntar e provar a sua própria carreira.
Entrega a capa bonita e as caixas vazias. O modelo não sabe que a comissão procura prova, e não sabe o que foi a sua carreira. Você continua escrevendo tudo e caçando cada print sozinha.
Escreve rápido, e sem os seus fatos escreve o mesmo texto para qualquer artista. "Artista multifacetada com sólida trajetória" não pontua em lugar nenhum.
Faz um PDF caprichado com a informação que você consegue passar no WhatsApp. Cada atualização é um orçamento novo, e o próximo edital pede outro tamanho de biografia.
Ensinam o que o portfólio precisa ter. Ensinar ajuda, e o documento continua por sua conta na noite do prazo.
Cobra de R$ 2 mil a R$ 6 mil para escrever o projeto, e o portfólio do proponente fica de fora do serviço.
O material existe, espalhado em quatro lugares, sem ordem e sem o print da matéria que provava o trabalho.
O que falta em todas é o começo certo. O portfólio bom nasce da sua história contada inteira, com cada prova presa ao fato que ela comprova. O design vem depois.
Nenhuma das frases abaixo fala da obra. Elas saíram de pareceres, recursos e editais publicados, e todas falam do documento.
Não foi possível verificar o nome da proponente nos materiais enviados.
O currículo apenas, por si só, não sustenta veracidade do que atuação na área conforme descreveu.
Não serão aceitos apenas certificados e diplomas como portfólio.
Três editais, três estados, a mesma regra: a comissão pontua o que consegue ver comprovado no arquivo.
Muita gente olha para trás e acha que não tem portfólio. Tem aquele trabalho da faculdade ou da escola, aquele sarau em que você se apresentou, aquele post em que alguém falou do seu trabalho, aquele curta em que você ajudou uma amiga. Nada disso some por ter sido pequeno. Só nunca foi reunido num lugar, com data e prova.
A sua trajetória já aconteceu. Falta ela aparecer no arquivo antes do próximo prazo.
R$ 847 por ano, ou 12x no cartão. Vale para todos os editais do ano.
Método 4C da Trajetória
O EmmaPortfólio segue o Método 4C da Trajetória: Contar, Comprovar, Calibrar e Compor. Quatro passos, na ordem em que a comissão lê.

A Emma faz a entrevista. Pergunta onde você começou, o que fez em cada ano, com quem trabalhou, o que saiu na imprensa. Você responde como contaria para uma amiga, e ela organiza por ano e por função.

Cada coisa que você contou ganha a sua prova: formação, prêmios, números de público, fotos de trabalho. Para a imprensa, você cola o link e a Emma lê a matéria, guarda veículo, data e manchete e tira o print da página, com o seu nome destacado. Se você não tem os links, ela pesquisa o seu nome e mostra o que achou para você conferir antes de entrar.

Você escolhe o edital e a Emma lê o que ele pede. O currículo sai organizado pela função que você vai ter no projeto (direção, produção, interpretação, curadoria), com o que importa para aquele edital aparecendo primeiro. O material é um só, e cada inscrição recebe a versão certa.

Saem os quatro documentos: currículo, minibio em três tamanhos, carta de apresentação e o portfólio desenhado em PDF, com capa, linha do tempo, números e o anexo de imprensa. Você revisa, corrige qualquer frase direto na página e pede ajuste de uma página específica sem refazer o resto.
A maioria das pessoas começa pelo fim, escolhendo um modelo bonito e tentando encher as caixas. O resultado é um documento bonito e vazio de prova, que é exatamente o que as comissões citadas acima recusaram. O 4C inverte a ordem: primeiro a história completa, depois a prova de cada parte, depois o ajuste ao edital, e só no fim o design.
Existe uma razão prática para começar pela conversa. Lembrança puxa lembrança: quando alguém pergunta "quem mais estava naquele espetáculo?", vem junto a cidade, o ano e a matéria que saiu na época. Escrevendo sozinha diante da tela, essa cadeia não acontece, e é por isso que tanta gente jura que não tem trajetória até ser entrevistada.
Tudo o que entra no portfólio sai do que você contou e do que você conferiu. A Emma organiza e escreve, e não inventa prêmio, matéria nem número.
Nunca se inscreveu porque "não fez nada", e fez: o trabalho da faculdade, o sarau, o curta da amiga, o post que falou de você. A entrevista encontra o que você nem lembrava de contar.
A ideia do projeto está pronta, o portfólio não. Uma tarde de conversa com a Emma e os quatro documentos saem no mesmo fluxo.
A experiência existia, a prova não apareceu. O próximo ciclo começa pelo que faltou.
Filhos, mudança de cidade, outro emprego. O que você fez antes da pausa continua valendo e entra na linha do tempo.
Curadoria, festival, casa de show, produtora, imprensa, residência, patrocinador. O mesmo portfólio serve o ano inteiro.
Ninguém pode prometer isso, porque quem decide é a comissão. O que o EmmaPortfólio faz é levar a sua trajetória até lá inteira e comprovada.
A Emma escreve a partir do que você contou e conferiu. Prêmio, matéria e número que não existem ficam de fora.
O EmmaPortfólio cuida de quem você é. Objetivos, orçamento, cronograma e o texto do projeto ficam com a IA Emma.
Aqui o documento é do proponente. Ficha técnica e currículo de cada integrante entram no projeto, não no seu portfólio.
A conversa que levanta tudo o que você já fez, ano a ano, função a função. Equivale a uma sessão de consultoria de carreira.
R$ 350Você cola os links ou pede a pesquisa pelo seu nome; cada matéria entra com print, veículo, data e manchete, e o seu nome destacado. É o trabalho de uma assessoria de imprensa montando a pasta.
R$ 400De uma a três fotos suas, com o enquadramento ajustado para o rosto nunca sair cortado, e as fotos de trabalho com crédito.
R$ 150Organizado pelo papel que você vai ter no projeto, com o que o edital pede aparecendo primeiro.
R$ 300Curta, média e longa, prontas para os campos de formulário com limite de caracteres e para a imprensa.
R$ 200Em primeira pessoa, para anexar à inscrição ou mandar para curadoria e festival.
R$ 250Capa, linha do tempo, números, prêmios e anexo de imprensa, com design próprio. Você corrige frases direto na página e pede ajuste de uma página sem refazer as outras.
R$ 1.200O material fica guardado. A cada edital novo, você troca o edital e gera a versão certa; a cada trabalho novo, ele entra na trajetória.
Total de referência: R$ 2.850
Um vídeo curto para cada etapa: como responder a entrevista, como colar os links das matérias, como escolher as fotos e o que fazer quando o PDF sai. Assistido antes da primeira conversa, ele poupa as idas e vindas do começo.
Um grupo para tirar dúvida sobre a plataforma e sobre editais e leis de incentivo em geral: qual comprovação aquele edital aceita, como funciona a Rouanet, o que mudou na PNAB. Quem está se inscrevendo na mesma época troca o que aprendeu, e a dúvida da madrugada não fica sem resposta até o prazo.
Encontros ao vivo para entender, na prática, o que cada edital aberto está pedindo e como isso aparece no seu portfólio e no seu projeto. O edital deixa de ser um PDF de 40 páginas e vira uma lista do que precisa estar pronto.
Total em bônus: R$ 891
R$ 847 por ano
ou em até 12x no cartão
Contratar alguém para elaborar um projeto custa entre R$ 2 mil e R$ 6 mil, e o portfólio do proponente fica de fora. Aqui, R$ 847 cobrem os documentos de quem você é para todos os editais dos próximos 12 meses. Dá R$ 2,32 por dia.



A diferença entre os dois lados é o que a pessoa lembrou quando alguém perguntou, e a prova que ficou presa a cada lembrança.
O EmmaPortfólio foi pensado para quem nunca montou portfólio, então o caminho é guiado do primeiro acesso ao PDF. Quando surgir dúvida, ela tem três lugares para ir:
Com um vídeo para cada etapa da plataforma.
Para perguntar sobre a plataforma e sobre o edital em que você está se inscrevendo, e ver o que outras pessoas na mesma fase já resolveram.
Com gente de verdade, para problema de acesso, de pagamento ou qualquer coisa que travar.
E nos aulões ao vivo dá para trazer a dúvida do edital aberto direto para a conversa.
Uma tarde basta para passar pela entrevista e ver os quatro documentos gerados com a sua trajetória. Se nesses sete dias você achar que o EmmaPortfólio não serve para você, pede o reembolso pela própria Hotmart e recebe 100% do valor de volta, sem ter que justificar.
O risco de testar fica com a gente. O de continuar montando portfólio na madrugada do prazo, só você conhece.
Carla Mariani e Letícia Alcovér somam 20 anos no setor cultural brasileiro e R$ 1,3 milhão conquistados em editais, leis de incentivo e emendas parlamentares. São as criadoras do Chiquinha Gonzaga Fest, festival de música e arte autoral 100% feminino, e do Clube Emma.
Portfólio sempre foi uma das fortalezas delas, e é justamente por isso que viram tanta gente com mais trajetória do que arquivo. Em 2026, uma produtora com 34 anos de cinema teve o portfólio rejeitado no SALIC porque o nome dela não aparecia destacado nas provas. A Carla refez o documento em uma tarde: o nome da empresa e dos sócios contornado em cada cartaz, matéria e contrato, e as provas que faltavam no lugar delas. O trabalho da produtora era o mesmo; o que mudou foi o arquivo.
O que elas trazem para a ferramenta é o jeito de ler o edital como a comissão lê: critério por critério. A trajetória vale ponto, e ponto se ganha com prova. Desde 2023, quando transformaram essa leitura em método, chegaram a 85% de aprovação nos editais em que inscreveram projetos.
Esse método já virou a IA Emma, que escreve o projeto. O EmmaPortfólio cuida da outra metade: a prova de quem assina.
É para essa pessoa que a entrevista existe. Trabalho da faculdade, sarau, oficina, curta de amigo, post que falou do seu trabalho: tudo isso é trajetória quando aparece com data e prova. A maioria de quem diz "não fiz nada" sai da conversa com uma linha do tempo de vários anos.
Ela trabalha só com o que você contou e com as matérias que você conferiu. Antes de entrar no portfólio, cada matéria encontrada na pesquisa passa por você. E você revisa e corrige qualquer frase direto na página antes de baixar.
O Canva entrega o modelo. A comissão pontua a prova. O EmmaPortfólio começa pela sua história e pelas provas, e o design vem pronto no fim, junto com currículo, minibio e carta que o Canva não escreve.
Dá R$ 2,32 por dia, em até 12x, e vale para todos os editais dos próximos 12 meses e para o material que você manda fora deles (curadoria, festival, casa de show, imprensa). Elaborar um único projeto com profissional custa de R$ 2 mil a R$ 6 mil, e o portfólio fica de fora.
O portfólio continua trabalhando entre um edital e outro: é o mesmo PDF que você manda para a curadoria de um festival, para a produtora de uma casa de show e para a imprensa. E, quando o edital abrir, ele já está pronto.
A parte principal é uma conversa: você responde como responderia a uma pessoa. O tutorial mostra cada etapa em vídeo, e a comunidade no WhatsApp tira dúvida quando travar.
A entrevista cabe numa tarde. Currículo, minibio e carta saem logo depois. O portfólio desenhado leva até 20 minutos para ficar pronto, e você pode fechar a página enquanto isso.
Não. O EmmaPortfólio está incluído no Clube Emma. É só entrar com o mesmo e-mail da sua assinatura.
Você leva a entrevista com a Emma, o clipping com print de cada matéria, as fotos com o rosto preservado, o currículo por função, a minibio em três tamanhos, a carta de apresentação e o portfólio desenhado em PDF. Junto vêm o tutorial, a comunidade no WhatsApp e os aulões ao vivo sobre os editais vigentes.
Somando o que cada parte custaria por fora, são R$ 3.741.
Os editais do próximo ciclo já têm data para abrir. Quem chega com o portfólio pronto passa a semana do prazo cuidando do projeto.